Definir fluxo de branches e releases
Use este guia como lente principal para esta situação.

Histórico, branches, repositórios remotos, tags, conflitos e modelos de colaboração.
Não apenas “anexe e peça para programar”. Dê papel, contexto e critérios.
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Use o guia “Controlando Versões com Git e GitHub” anexado como referência para analisar este projeto. Antes de alterar código: 1. Faça um diagnóstico do problema no contexto do projeto. 2. Identifique quais princípios do guia realmente se aplicam. 3. Compare a solução atual com uma alternativa mais simples. 4. Proponha uma mudança incremental e reversível. 5. Defina testes e critérios de aceite. 6. Ao final, revise a implementação contra o guia e liste trade-offs. Contexto: [DESCREVA o sistema, stack, estado atual e cenário da mudança] Objetivo: [DESCREVA o resultado observável que deve existir ao final] Restrições: [DESCREVA o que não pode mudar, compatibilidade e limites técnicos]
Use o modelo acima com dados concretos do projeto. O exemplo abaixo mostra o nível de detalhe esperado.
Contexto: Repositório com branch main e várias funcionalidades simultâneas; equipe tem conflitos frequentes e tags não são usadas. Objetivo: Definir fluxo simples de branches, integração, commits e tags para releases com histórico compreensível. Restrições: Não reescrever commits já compartilhados; preservar main estável; documentar estratégia de merge/rebase e recuperação.
Peça análise do código e do problema antes de aplicar qualquer padrão ou princípio.
Exija justificativa: por que esta técnica é adequada e quais alternativas foram descartadas.
Finalize com testes, checklist, riscos e critérios de aceite.